No dia 29 de julho, estreou nos cinemas de todo o Brasil mais uma versão cinematográfica inpiradas em um dos quadrinhos da Marvel, Capitão América: O Primeiro Vingador. Para quem acompanhava as histórias do herói americano, a expectativa para assistir ao filme era grande, afinal mais um clássico sai dos desenhos e ganha vida. Como não li os quadrinhos do Capitão América, vou me restringir apenas ao filme.

Steve Rogers era apenas um garoto pequeno e magro do Brooklin que sonhava em servir ao seu país durante a Segunda Guerra Mundial. Por não ter uma estrutura física e uma saúde ideal para lutar nos campos de batalha, foi rejeitado as cinco vezes que tentou se alistar no exército, mesmo falsificando documentos. Até que um dia surge a oportunidade e um carimbo de aprovado aparece em sua ficha. O treinamento é árduo, mas ele não desiste, mesmo aparecendo pessoas para atrapalhar sua jornada militar. Por sua sabedoria, bondade e bravura ele é escolhido para ser a “cobaia”, digamos assim, em um experimento de um médico. O menino magrinho e fraco dá lugar a um homem alto, forte e muito musculoso. E a partir disso ele se torna um grande herói da nação, por conseguir enfrentar os piores inimigos dos Estados Unidos e por conseguir salvar o mundo do mal.

Esta é a história do filme, claro, resumidamente. Se por um acaso alguém achar o enredo do filme fraco, pode se surpreender com os efeitos especiais. O primeiro de cara é a transformação do ator Chris Evans em um garoto baixinho e fraco. Depois, todas as cenas de luta, explosões, guerra, mortes, entre outras. A maquiagem do vilão da história, o Caveira Vermelha, também está impecável, assim como a atuação do ator que o interpreta, Hugo Weaving. Destaque também para Tommy Lee Jones, no papel do Coronel Chester Phillips.

O que eu achei dessa versão do Capitão América para o cinema? Bom, como falei no início, nunca acompanhei a história nos quadrinhos. Por este filme, achei que a história é de apenas mais um herói americano, que nasceu para salvar a humanidade do mal presente e para mais uma vez tentar passar a ideia de que os Estados Unidos são a grande potência mundial, os grandes salvadores da terra. No mais, esperança, força de vontade, a sabedoria de que o bem sempre vence no final são mensagens transmitidas pelo filme e que disfarçam um pouco a soberania americana.
Para os que gostam de aventura, super-heróis e histórias fantásticas, o filme pode sim agradar. Só não vale a pena pagar mais caro para assistir a versão 3D. E para os fãs, não saiam da sala antes dos créditos acabarem, tem uma surpresa no final!